Exercícios de máscara de sub-rede

Atividades para esta semana: segmentar as redes abaixo de acordo com as sub-redes propostas.

  • 192.168.10.0/24 nas sub-redes com 20, 40, 40 e 4 computadores.
  • 172.16.0.0/16 nas sub-redes com 10, 45, 50, 100 e 200 computadores.
  • 201.34.1.64/26 nas sub-redes com 10, 10 e 20 computadores.
  • 10.0.0.0/20 nas sub-redes com 200, 150 e 300 computadores.

Para cada questão, identificar as sub-redes com seus endereços de sub-rede (mínimo) e broadcast (máximo). Também deve-se endereçar os computadores e interfaces do roteador L, que nos exercícios acima é sempre o único roteador do cenário que conecta todas as sub-redes – como nas atividades em aula.

Achou pouco? 🙂 (clica que vale a pena, sério…)

Exercícios, ainda que tardios

Eu sei, eu sei… Sexta-feira, sem falta!, estariam lá no blog os exercícios… Mas iniciemos de uma vez os trabalhos.

Para cada endereço IPv4 abaixo, informe:

  1. A classe (A, B ou C).
  2. Qual o primeiro endereço da rede.
  3. Qual o último endereço da rede.

Segue a lista de endereços:

  • 10.34.21.67
  • 145.65.38.152
  • 90.42.67.81
  • 201.38.43.94
  • 34.99.112.248
  • 220.45.4.129
  • 192.168.45.199
  • 18.144.245.12

Na verdade, pode inventar qualquer número entre 0 e 255 para cada byte – exceto o primeiro que, por tratarmos ainda de classes A a C, deve estar entre 0 a 223.

“Eu como redes no café da manhã!”

Não sabe o que fazer no próximo dia 2 de abril? Cansado de piadinhas sem graça do dia da mentira? Seus problemas acabaram!

Na manhã do dia 2 haverá o Café com IPv6 com a equipe do NIC.br: “No dia 02 de Abril de 2012 realizaremos o evento IPv6 no café da manhã, com o tema Técnicas de Transição. Como o IPv6 e o IPv4 são incompatíveis foram criadas técnicas para permitir que coexistam e interoperem. Num primeiro momento essas técnicas procuravam resolver o problema de interconectar ilhas IPv6 numa Internet predominantemente IPv4. Atualmente, o problema principal está em permitir que novos usuários Internet possam ter apenas IPv6, e ainda assim possam comunicar-se com serviços ou outros usuários que ainda não estão visíveis por meio do novo protocolo. As principais técnicas em uso atualmente, bem como as mais promissoras em desenvolvimento, serão explicadas. Várias delas serão testadas em experimentos de laboratório.

As inscrições para a participação presencial são gratuitas, porém o número de vagas é limitado. O evento será transmitido via Internet ao vivo. O link estará disponível aqui no dia do evento. Para participação remota não é necessária inscrição prévia.

É necessário já ter conhecimento básico em IPv6 para participar. Daremos preferência para os ex-alunos de nosso curso presencial.

É preciso trazer um notebook, preferencialmente com acesso à rede wireless, e VMWarePlayer ou VirtualBox instalados. Haverá exercícios de laboratório com a utilização de máquinas virtuais, que podem ser executadas nesses sistemas. Em breve disponibilizaremos o link para download das imagens das VMs aqui. Os participantes remotos também poderão baixar as máquinas virtuais e participar dos laboratórios virtualmente, tirando suas dúvidas via chat.

Compre djá: http://www.ipv6.br/IPV6/NoCafeDaManha

Lista de livros

Exercícios: cálculo de sub-rede

Para essa atividade, leia as páginas 59 a 62 da apostila.

Em relação aos pares IP/máscara de sub-rede abaixo, informe se o endereço IP é de sub-rede (primeiro), válido ou de broadcast e quandos IPs de computador cabem na sub-rede:

  • 15.45.0.0/255.0.0.0
  • 20.32.0.0/16
  • 32.44.132.67/255.255.192.0
  • 172.16.45.128/16
  • 172.16.45.128/255.255.224.0
  • 192.168.0.0/24
  • 192.168.32.32/255.255.255.0
  • 192.168.214.32/29
  • 201.14.245.192/255.255.255.240
  • 208.45.67.159/30

Mais endereços?

Sobre a neutralidade da rede

O Plano Nacional de Banda Larga proposto pelo governo federal brasileiro pretende expandir o acesso à internet banda larga a 40 milhões de pessoas no país. Mas as negociações do Ministério de Comunicações com as operadoras de telecomunicações têm causado mal-estar entre os defensores da neutralidade na internet. Entre eles, Marcelo D’Elia Branco, ativista pela liberdade do conhecimento e ex-diretor da Campus Party Brasil, critica o “acordo” prévio do Plano Nacional de Banda Larga.

“O principal erro desse acordo é a tentativa de fazer com que as teles recebam dinheiro pelo volume de conteúdos acessados pelo usuário. Até hoje, dentro da lógica de funcionamento da internet, quem pode cobrar pelos conteúdos na rede é o gerador de conteúdo e não as operadoras. A partir do acordo firmado com o Ministério das Comunicações, as teles, além de ganharem pela largura da banda que oferecem, pela velocidade de transmissão, passarão a limitar a quantidade de conteúdo que o usuário pode baixar durante o mês”, explica ele na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por telefone.

Notícia completa no blog do Luiz Carlos Azenha.